Quem disse que eles morreram, cometeu um sacrilégio.
ELES, o LP e o Toca-discos não morreram. Estavam escondidos só esperando que as pessoas voltassem a realidade e percebessem que haviam cometido conclusões rápidas demais.O LP (ou Long PLay) foi lançado em 1948 e nunca se extinguiu totalmente.É o produto de maior longevidade da história da indústria fonográfica (60 anos!).
Devido ao avanço da tecnologia, em 1995 foi decretado o fim dos LPs, bolachões, discos de vinil. Ao ouvir um som tão "puro" como o do Compact Disc (CD), no início, era inovação. "Acreditávamos que o áudio do CD era límpido, mas não é bem assim. A compressão de áudio ouvida nos MP3s, também contribuiu para exacerbar a tendência de degradação do áudio. Ela pega 90% da música e basicamente joga tudo fora”, explica o engenheiro de masterização Bob Ludwig, que já trabalhou com nomes como Nirvana.
O que colabora com a volta do Vinil, é que a música nos leva a lembranças escondidas em nossa memória. Momentos vividos para os que tem mais de 27 anos. Então, nos lembramos do vinil. Não, não é saudosismo. Segundo os audiófilos, é descoberto cada vez mais as deficiências das gravações digitais: baixa fidelidade ao som original, falta de profundidade, pobreza timbrística e estridências desagradáveis aos ouvidos.
Neste ponto, vale lembrar as diferenças entre as diversas "escolas" de audiofilia que existem:
* Escola americana: som perfeito é o que reproduz com mais fidelidade o material original de áudio;
* Escola européia: som perfeito é o que transmite mais perfeitamente a emoção que o autor do material original pretendia passar;
* Escola japonesa: som perfeito é o que transmite aquilo que o engenheiro de som pretendia passar.
Nos EUA as fábricas de LPs estão trabalhando a todo vapor para atender as encomendas e no Brasil, há esforços para tentar reabrir a última fábrica que fechou as portas quando a era do som analógico foi declarada oficialmente morta. A Livraria Cultura, uma grande rede nacional de lojas de livros e discos, inaugurou uma seção de vinil – com lançamentos, como o mais novo álbum da banda britânica Radiohead – , e os resultados são surpreendentes.
As vendas do vinil representam menos de 1% do total das lojas, mas cresceram 400% em relação a 2007.
Um vinil do AC/DC, o "BACK IN BLACK" novo é comercializado na Livraria Cultural por R$ 99,20. Claro que esta volta do vinil não será tão rápida assim, pois enquanto o valor de produção do CD é de R$ 3,00, O vinil tem um custo de R$ 9,00, ou seja, três vezes mais.
Já o custo do Toca Discos Vinil com Gravacao digital, digitalizador PC via USB, marca ION Profile PRO Entrada Auxiliar, está custando R$ 609,00 na Ponto Telecom.
Devido ao avanço da tecnologia, em 1995 foi decretado o fim dos LPs, bolachões, discos de vinil. Ao ouvir um som tão "puro" como o do Compact Disc (CD), no início, era inovação. "Acreditávamos que o áudio do CD era límpido, mas não é bem assim. A compressão de áudio ouvida nos MP3s, também contribuiu para exacerbar a tendência de degradação do áudio. Ela pega 90% da música e basicamente joga tudo fora”, explica o engenheiro de masterização Bob Ludwig, que já trabalhou com nomes como Nirvana.
O que colabora com a volta do Vinil, é que a música nos leva a lembranças escondidas em nossa memória. Momentos vividos para os que tem mais de 27 anos. Então, nos lembramos do vinil. Não, não é saudosismo. Segundo os audiófilos, é descoberto cada vez mais as deficiências das gravações digitais: baixa fidelidade ao som original, falta de profundidade, pobreza timbrística e estridências desagradáveis aos ouvidos.
Neste ponto, vale lembrar as diferenças entre as diversas "escolas" de audiofilia que existem:* Escola americana: som perfeito é o que reproduz com mais fidelidade o material original de áudio;
* Escola européia: som perfeito é o que transmite mais perfeitamente a emoção que o autor do material original pretendia passar;
* Escola japonesa: som perfeito é o que transmite aquilo que o engenheiro de som pretendia passar.
Nos EUA as fábricas de LPs estão trabalhando a todo vapor para atender as encomendas e no Brasil, há esforços para tentar reabrir a última fábrica que fechou as portas quando a era do som analógico foi declarada oficialmente morta. A Livraria Cultura, uma grande rede nacional de lojas de livros e discos, inaugurou uma seção de vinil – com lançamentos, como o mais novo álbum da banda britânica Radiohead – , e os resultados são surpreendentes.
As vendas do vinil representam menos de 1% do total das lojas, mas cresceram 400% em relação a 2007.
Um vinil do AC/DC, o "BACK IN BLACK" novo é comercializado na Livraria Cultural por R$ 99,20. Claro que esta volta do vinil não será tão rápida assim, pois enquanto o valor de produção do CD é de R$ 3,00, O vinil tem um custo de R$ 9,00, ou seja, três vezes mais.
Já o custo do Toca Discos Vinil com Gravacao digital, digitalizador PC via USB, marca ION Profile PRO Entrada Auxiliar, está custando R$ 609,00 na Ponto Telecom.
Então, mãos a obra. Vamos retornar para o Vinil. Reserve um espaço na sua estante e volte a lembrar das dicas para não empenar os seus LPs:

