26/05/2009

Guiñazu não é humano...


...Isso não e novidade.


Não é de hoje que sabemos que o Guiñazu não é humano. Ele é uma espécie de "homem do espaço". Ninguém no Brasil hoje duvida que, de todos os atletas que disputam o Campeonato Brasileiro ou Copa do Brasil, o incansável Guiñaz é o mais aplicado taticamente. Seu vigor físico, sua explosão, seu poder de indignação junto ao time...

Façamos um exercício facílimo: Segundo tempo em pleno Pacaembú, Tinga recebe a bola dentro da área e é derrubado. O juíz além de não dar um pênalti, dá o segundo amarelo a Tinga e o tira de um jogo onde o INTER mandava. Guiñazu não deixaria assim. Não haveria 1x1. Não, acredito que a equipe iria para cima do Corinthians e tiraria a diferença.

O ClicRBS publicou hoje a matéria de que o preparador físico do INTER, Fábio Mahseredjian, classifica o Guiñazu com "aberração da natureza". Penso diferente. Nós é que somos aberrações, pois não nos entregamos como ele se entrega a um objetivo.

É isso que o faz diferente. É isso que o torna "não humano". Coração. Raça. Vontade.

Neste mesmo dia, o ClicRBS coloca que Maxi Lopez comete mais falta em um jogo que o Guiñazu e recebe menos falta que o Colorado. Está aí uma brutal diferença. Guiñazu, homem de marcação x La Barbie, atacante. Sobra técnica para o Guiña, exatamente o que falta para La Barbie.

O time do INTER terá que jogar pelo Guiña nesta quarta. Não será fácil. Não levaremos como barbada, pois estamos jogando contra um time centenário com uma grande tradição. Respeitemos o Coxa, tal como estamos sendo respeitados!

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